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Cine Quarup: Um presente para alunos e comunidade. |
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ideia10 comunicação integrada |
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“O
cinema é um modo divino de contar a vida” O
genial cineasta italiano Frederico Fellini foi feliz ao produzir frase
acima. A sétima arte, como todas as outras, nos conta a vida e
nos leva para encontros especiais. O encontro com a alma, com o prazer
de criar idéias e tirar conclusões. Prazer de descobrir
o novo e nos descobrir. Assim a telona se torna instrumento indispensável
para o desenvolvimento humano. |
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Este
ano o projeto começou na última sexta-feira, dia 27, com
o filme “Batismo de sangue”. A história
se passa no final dos anos 60, quando um convento de frades torna-se um
local de resistência contra a ditadura militar. Os freis Tito (Caio
Blat), Betto (Daniel de Oliveira), Oswaldo (Ângelo Antônio),
Fernando (Léo Quintão) e Ivo (Odilon Esteves) passam a apoiar
o grupo guerrilheiro Ação Libertadora Nacional, comandado
por Carlos Marighella (Marku Ribas). Por isso, ficam na mira das autoridades
policiais. |
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Após
o filme a platéia teve o prazer de ouvir e participar dos comentários
e análise do filme, feitos pelo professor Oswaldo Felix da Silva.
“O filme possibilitou abordar a questão da ditadura militar
do Brasil. Este é um tema importante para formação
do aluno e preparação para o vestibular”,
comentou o professor. Outro convidado especial foi o professor Gilberto
Abreu, que também participou dos comentários e encantou
os presentes. Dia 24 de abril é a vez do filme “Morango e Chocolate”, vencedor de inúmeros prêmios internacionais, sendo o primeiro filme cubano indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. O comentarista será o professor de história Egydio Neves Neto. O coordenador pedagógico da escola, Reinaldo Tronto, diz que o Cine Quarup tem objetivo duplo. “Por um lado trabalha a formação de um cidadão consciente e crítico, por outro trabalha temas que podem ser abordados no vestibular”, explica. |
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O relato de Gabrielle mostra que o cinema ajuda a construir uma nova maneira de olhar para o mundo, possibilitando, através do filme, que se entre em contato com a visão do outro, mesclando com seu próprio olhar. Deste modo o indivíduo pode entender melhor outras realidades e situar-se nela. “O
grande lance desta atividade lúdica é trabalhar a maneira
que as pessoas vão “olhar” o filme. Queremos ampliar
os olhares para o filme e para o mundo”, fala a diretora
Denise Ardenghi Cabral. |
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