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Alunos
fazendo teste para tipo sanguíneo
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Feira
Científico-Cultural é palco conhecimento e educação
de qualidade.
Nos
dias 15 e 16 de outubro aconteceu a Feira científico-cultural da
escola Quarup. O evento teve a participação dos alunos do
6° ano até o 2° ano do ensino médio. A presença
dos pais e toda comunidade foi grande e o objetivo de fazer com que os
alunos produzissem conhecimento também foi alcançado.
O coordenador pedagógico Reinaldo Tronto disse que a feira englobou
todas as disciplinas que os alunos encontram em sala de aula, pois o intuito
foi estimular a produção de conhecimento em todas as áreas.
Quem passou pelo evento teve a oportunidade de fazer uma viagem pela história,
ciências, matemática e muitos outros “lugares”.
Em cada cantinho da escola havia um grupo esbanjando curiosidades, novidades
e questionamentos.
Alunos do 2° ano do ensino médio tiravam sangue dos visitantes
para informar-lhes qual tipo sanguíneo cada um tinha e também
lhes davam uma substância para fazer um teste genético. “Nós
colocamos uma gotinha do liquido na língua da pessoa. Se ela sentir
um gosto amargo é porque o gene dela para esta característica
é dominante, porém se não sentir gosto nenhum o gene
é recessivo”, explicou a estudante Gabrielle Pestana.
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César Pignata, pai da estudante Júlia Pignata, foi um
dos muitos que foram prestigiar os filhos. “Fico muito orgulhoso
de ver minha filha participando de uma feira de ciências. Acho
que isso vai ajudá-la a decidir a profissão que vai escolher
para cursar”, comentou o pai.
Além dos alunos produzirem conhecimento, muita diversão
fez parte do espetáculo. Os visitantes tiveram oportunidade de
assistirem a várias apresentações teatrais e de
multimídia. Houve teatro sobre a história do Egito, cinema
que contou um pouco dos sete pecados capitais e filme sobre o cientista
Albert Einstein.
A aluna Ana Carolina Kimie Nakassima de 12 anos, era uma da integrantes
do grupo que mostrava a vida e obra de Eisntein. “Ele foi um gênio
que criou o princípio da bomba atômica e foi perseguido
pelos nazistas por ser judeu”, explicava a garota ao público
atento.
“O mais interessante e motivo de orgulho para a escola é
que tudo isso foi feito pelos próprios alunos. Estamos satisfeitos
por mais uma vez termos atingido o nosso principal objetivo de produzir
educação de qualidade”, conta Denise Ardenghi Cabral,
diretora da escola.
confira mais fotos
do evento.aqui!
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